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Perguntas frequentes

Tudo sobre asstablecoins de real.

Como funcionam, o que garante cada uma, rendimento, regulação e riscos. Respostas curtas, sempre com fonte.

Básico

O que é uma stablecoin de real?

É um token numa blockchain feito para valer R$ 1. A maioria é emitida por uma empresa que declara manter reservas em reais, como títulos públicos e depósitos, e troca tokens por reais com quem tem acesso ao resgate. O Banco Central define stablecoin como um ativo virtual referenciado em moeda fiduciária (Res. BCB 520). Algumas moedas que seguem o real têm lastro em outros ativos, como dólar, euro e cripto, e o Lastro as mostra separadas das demais.

Fontes: bcb.gov.br · lastrobrl.com
Como uma stablecoin de real é criada e destruída?

Na emissão (mint), o cliente envia reais ao emissor, em geral por Pix ou TED, e recebe tokens na proporção de 1 para 1, descontadas eventuais taxas. No resgate (burn), o caminho é o inverso: os tokens são destruídos e os reais vão para a conta bancária do cliente. Os prazos variam por emissor: há resgate na hora com limite diário, em até 2 ou 3 dias úteis, ou normalmente no dia útil seguinte. É por isso que o supply sobe e desce conforme a demanda.

Quem pode emitir e resgatar direto com o emissor?

Só quem passa pela verificação do emissor: KYC para pessoas, KYB para empresas. Algumas moedas são só para instituições, como o BRLV, que só pode ir para carteiras aprovadas pela Crown, e o BRLD, da Liqi. Em outras, a emissão passa por parceiros, como os Tellers do BRZ e os parceiros aprovados da Nora, emissora do BRS. Já a Avenia permite que usuários com KYC emitam e resgatem BRLA via Pix. Quem não tem acesso direto compra e vende no mercado, numa corretora ou numa DEX.

Qual a diferença entre ter a moeda numa carteira própria e numa corretora?

Numa carteira própria (autocustódia), o token fica num endereço que só você controla, e a guarda das chaves é responsabilidade sua. Numa corretora, quem guarda os tokens é ela, e você tem um saldo na plataforma. Pelas regras do Banco Central, as corretoras que pediram autorização enviam provas mensais das reservas de clientes ao regulador, não ao público. E nem toda moeda circula livremente: o BRLV, por exemplo, só pode ir para carteiras aprovadas pela Crown.

Para que servem as stablecoins de real?

Para movimentar reais dentro de blockchains: pagar, liquidar operações e negociar outros ativos sem sair da rede. Há emissores focados em liquidação de operações tokenizadas e tesouraria de empresas, como a Liqi com o BRLD. Em DeFi, o real lidera: foi 82,6% do volume em DEX das stablecoins de moedas latino-americanas em set/2026, segundo a Teiten Research. As regras do Banco Central também tratam de stablecoins no mercado de câmbio (Res. BCB 521).

Fontes: api.fact.finance · teiten.lat · lefosse.com
Em quais redes as stablecoins de real existem?

Em mais de vinte redes. Polygon, Ethereum e Base são as que reúnem mais moedas; há contratos também em Celo, BNB Chain, Solana, Gnosis, Moonbeam, Stellar, XRP Ledger, XDC, Tempo e outras. Algumas moedas vivem numa rede só, como o BRLD na XDC, o BRLm na Celo e o BRL1 na Polygon; outras, como BRZ e wBRL, têm contratos em dez redes ou mais. A ficha de cada moeda no Índice lista os contratos oficiais e o supply em cada rede.

Dois tokens com o mesmo nome são a mesma moeda?

Não necessariamente. Existem dois tBRL de emissores diferentes: o da Tenbin, na Ethereum, e o da Tokeniza, na Moonbeam. O Lastro também descartou mais de uma centena de imitações, testes e spam, entre eles mais de 20 “wBRL” de terceiros na BNB Chain e um “BRLA” que é token de governança de outro projeto. Antes de receber ou comprar, confira o endereço do contrato na página oficial do emissor.

Reservas

O que fica nas reservas?

Depende do emissor. Pelo último dado publicado por cada um, Crown (BRLV), Nora (BRS) e Liqi (BRLD) têm quase tudo em títulos públicos federais, e a BRD Digital, em LFT (Tesouro Selic). Avenia (BRLA) e BRL1 têm a maior parte em compromissadas, com o restante em caixa ou em LFT e caixa. No wBRL e no BRLe, o último documento mostra saldo em conta bancária. A composição e a data de cada relatório estão na página Reservas.

O que são LFT e compromissadas?

LFT (Letra Financeira do Tesouro) é o título público federal vendido no Tesouro Direto como Tesouro Selic, que rende a taxa básica de juros. Compromissada é uma operação em que o emissor compra um título de uma instituição financeira, que se compromete a recomprá-lo em data e preço combinados. O risco de uma compromissada depende dessa instituição e do título que a garante, que pode ser público ou privado, como uma debênture. Por isso o Lastro registra, quando o relatório informa, o que está por trás das compromissadas.

Atestação, auditoria e prova de reservas: qual a diferença?

Numa atestação com asseguração razoável (normas NBC TO 3000 ou ISAE 3000), uma firma independente examina as reservas numa data e emite uma opinião; na asseguração limitada, o trabalho é menor e a conclusão, mais fraca. Uma prova de reservas técnica, como as da Fact Finance, confere saldos e é assinada por contador, mas não segue norma de asseguração. Auditoria, no sentido estrito, examina as demonstrações financeiras inteiras da empresa, não só as reservas. Extratos de custódia e confirmações de saldo de banco são fotos de um dia, não atestações. No índice, o item Atestação só fica completo com asseguração razoável, mensal e com PDFs públicos.

Onde ficam as reservas e o que é segregação?

Em bancos, corretoras e custodiantes nomeados pelos emissores, como Banco Genial, XP, Itaú, BTG Pactual e Stark Bank, ou em carteiras onchain, no caso da Mento. Segregação quer dizer que as reservas ficam separadas do patrimônio do emissor, em nome ou em benefício dos detentores. Um exemplo documentado é o da Crown: as reservas ficam com uma garantidora e são cedidas fiduciariamente em benefício dos detentores, com um agente de garantia. No índice, o item Custodiantes só fica completo quando a instituição é nomeada e a segregação é documentada.

Como confiro as reservas por conta própria?

Abra a página de transparência do emissor e veja quatro coisas: a data do relatório, quem assinou, que tipo de trabalho foi feito (asseguração, prova técnica ou extrato) e qual supply o relatório usou. Compare esse supply com o que existia onchain na mesma data e confira se o custodiante é nomeado. Cada ficha do Lastro linka os documentos usados, então dá para refazer a conta item por item.

O que é cobertura e por que o Lastro mostra a da data do relatório?

Cobertura é a reserva dividida pelo supply: acima de 100%, há mais reservas que tokens; abaixo, menos. O Lastro usa sempre a da data do relatório, com reservas e supply do mesmo dia. Se o relatório tem mais de 45 dias, ou o supply mudou mais de 10% desde então, o número vira referência antiga. Dividir uma reserva velha pelo supply de hoje daria um percentual que não existe.

Fontes: lastrobrl.com · lastrobrl.com

Rendimento

Stablecoin de real rende juros?

Em geral, não: a stablecoin é feita para manter o valor de R$ 1, e a maioria não anuncia rendimento a quem detém o token. As reservas, porém, ficam em boa parte em títulos públicos e compromissadas, que rendem juros. Quando o token não repassa esse rendimento, ele fica com o emissor ou se acumula na própria reserva. Há exceções: o BRD rende os juros dos títulos que o lastreiam, e alguns emissores oferecem versões com rendimento separadas.

Quais versões com rendimento existem?

O Lastro mapeou cinco: BRLY, da Crown, na Base; stBRL, o tBRL da Tenbin em staking, na Ethereum; sBRD, cofre de rendimento da BRD Digital, na Ethereum e na Base; stBRZ, o BRZ da Transfero em staking, na Polygon; e TESOURO, título do Tesouro tokenizado pela Etherfuse, em Solana, Stellar, Polygon e Base. O próprio BRD também rende: na Solana, o rendimento acumula no token para detentores verificados; na Ethereum e na Base, vem pelo sBRD. As condições de cada uma estão nos documentos dos emissores.

Por que as versões com rendimento ficam fora do total do Lastro?

Para não contar o mesmo dinheiro duas vezes. O BRLY é a versão com rendimento que lastreia o BRLV, e o stBRL é tBRL em staking: somar os dois lados dobraria o valor. Um levantamento publicado em mar/2026 chegou a R$ 530 mi justamente somando BRLV e BRLY. Já o TESOURO, da Etherfuse, é um título tokenizado que rende juros e não vale R$ 1 fixo.

Diferenças

Como as principais moedas diferem entre si?

Em quem emite, para quem, onde e com qual lastro. Há empresas com investimento de fundos de venture capital (a Crown, com a Paradigm entre os investidores, e a Avenia, com Quona e Big Bets), um consórcio de Mercado Bitcoin, Bitso, Foxbit e Cainvest (BRL1), um grupo com banco de câmbio (Braza), uma plataforma de tokenização que tem o Itaú entre os acionistas (Liqi) e um protocolo onchain (Mento). Algumas atendem só instituições aprovadas, outras qualquer usuário com KYC, e cada uma escolhe suas redes. A ficha de cada moeda no Índice mostra emissor, redes, reservas e resgate lado a lado.

Lastro em reais ou em outros ativos: qual a diferença?

A maioria das moedas tem reservas em reais, como títulos públicos, compromissadas e depósitos. O tBRL da Tenbin acompanha o real de forma sintética: pelos Termos de Uso, é uma nota de dívida que paga o valor em dólar de R$ 1, com colateral em stablecoins de dólar e hedge cambial em futuros de BRL. O BRLm, da Mento, usa uma reserva em cripto compartilhada com as outras moedas do protocolo, com stablecoins de dólar e de euro e cripto volátil, e o resgate é uma troca onchain, não um pagamento em reais. Nenhuma das duas guarda ativos denominados em reais; na tabela do Índice, elas aparecem abaixo do divisor “Lastro em outros ativos”, fora do ranking, para comparação.

O resgate funciona igual em todas as moedas?

Não. Pelos termos publicados, o BRLA é resgatado via Pix em até 2 dias úteis; o BRLV, na hora com limite diário ou em até 3 dias úteis; o BRD, normalmente no dia útil seguinte. O tBRL da Tenbin liquida em stablecoins de dólar, só para investidores elegíveis, e o BRLm é trocado onchain contra a reserva, sem resgate em reais. O whitepaper do wBRL diz que o detentor não tem direito de resgate contra o emissor. A maioria dos emissores não publica taxas nem valores mínimos.

Qual o peso das stablecoins de real perto das de dólar?

Pequeno. No volume em stablecoins declarado à Receita Federal de ago/2019 a dez/2025, o USDT respondeu por 88,7%, o USDC por 7,1% e o BRZ por 3,4%, a única stablecoin de real citada na divulgação. Em 2025, cerca de 80% de todo o volume cripto declarado no Brasil foi em stablecoins. Para comparar o tamanho atual do real com o de outras moedas, veja o Mercado.

Regulação

As stablecoins de real são reguladas no Brasil?

Em parte. Com base na Lei 14.478/2022, o Banco Central publicou as Resoluções 519, 520 e 521, que começaram a valer em 2026 e regulam as prestadoras de serviços de ativos virtuais (PSAVs). A Res. 520 define stablecoin e proíbe as prestadoras de oferecer stablecoins algorítmicas. Quem já operava tem até 30/10/2026 para pedir autorização e segue funcionando num regime de transição; algumas emissoras dizem estar nesse processo. A emissão de stablecoin em si ainda não tem regra própria.

O emissor é obrigado a publicar as reservas?

Hoje, nenhuma regra obriga quem emite stablecoin de real a publicar as reservas com regularidade e auditoria. A Res. BCB 520 prevê que a prestadora que lista uma stablecoin divulgue os detalhes da reserva informados pelo emissor, mas sem fixar periodicidade nem padrão de auditoria. O PL 4.308/2024 criaria essa obrigação, mas ainda tramita na Câmara. Por isso o que cada emissor publica varia tanto, e é isso que o índice do Lastro mede.

Fontes: bcb.gov.br · camara.leg.br · lastrobrl.com
As corretoras provam reservas ao Banco Central?

Sim, mas não ao público. Desde a IN BCB 713, de 27/02/2026, as prestadoras que pediram autorização enviam ao BCB provas mensais de reservas, que cobrem os ativos dos clientes delas, não as reservas de quem emite stablecoin. Para o público, a Res. BCB 520 prevê um relatório de auditoria independente a cada dois anos sobre a segregação desses ativos.

Fontes: bcb.gov.br · bcb.gov.br
Há regras novas para pagamentos ao exterior e transferências para autocustódia?

Sim, duas. Desde 01/10/2026, a Res. BCB 561 proíbe prestadores de eFX (serviços de pagamento ou transferência internacional) de usar ativos virtuais, como stablecoins, na liquidação com a contraparte no exterior. E a Res. BCB 584, publicada em 07/08/2026, prevê a partir de 2027 retenção de até 24 horas em transferências acima de US$ 10 mil para o exterior ou para carteiras de autocustódia.

Fontes: bcb.gov.br · lefosse.com · bcb.gov.br
O que é o PL 4.308/2024 e em que pé está?

É o projeto de lei das stablecoins na Câmara dos Deputados. O substitutivo aprovado na Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação (CCTI) exigiria lastro integral em moeda ou títulos públicos e reservas segregadas, auditadas e com divulgação pública, e proibiria stablecoins algorítmicas. O texto está na Comissão de Desenvolvimento Econômico (CDE), aguardando o parecer do relator, e ainda não é lei.

Fontes: camara.leg.br
Vai ter IOF sobre stablecoins?

Segundo reportagem de 24/03/2026, a cobrança de IOF sobre stablecoins ficou para 2027 ou depois. Não há ato oficial sobre esse adiamento, só a notícia. Quando houver norma publicada, ela entra no Radar do Lastro.

Fontes: letsmoney.com.br · lastrobrl.com

Riscos

Uma stablecoin de real pode perder a paridade com o real?

Pode. O token é feito para valer R$ 1, mas o preço numa corretora ou DEX depende de oferta e demanda e pode se afastar disso. A paridade se sustenta quando há reservas suficientes e quando quem tem acesso ao resgate consegue trocar tokens por reais; se uma das duas coisas falha, o preço pode cair. Termos de uso podem prever só “melhores esforços” para manter o 1:1, não uma garantia.

Fontes: app.avenia.io · lastrobrl.com
Tenho sempre direito de resgatar meus tokens por reais?

Não necessariamente. O resgate direto exige cadastro aprovado pelo emissor, e em algumas moedas só instituições resgatam. O whitepaper do wBRL diz que o detentor não tem direito de resgate contra o emissor, e o BRLm é trocado onchain contra a reserva, sem resgate em reais. Quem comprou no mercado e não tem cadastro com o emissor depende de vender para outra pessoa.

Que riscos existem na custódia das reservas?

As reservas dependem das instituições que as guardam, e concentrar tudo numa só aumenta a exposição a ela. Compromissadas acrescentam o risco da instituição que se comprometeu a recomprar o título e o do título que a garante. A segregação documentada, com as reservas separadas do patrimônio do emissor, serve para proteger os detentores caso o emissor tenha problemas. Nas fichas, veja quem guarda as reservas e em que proporção, quando o emissor publica.

O emissor pode congelar ou bloquear meus tokens?

Em muitas moedas, sim. A maioria dos contratos do índice dá ao emissor funções como emitir e queimar tokens, pausar transferências, bloquear endereços e, nos contratos atualizáveis, trocar o código. Na Stellar e no XRP Ledger, o emissor pode ter recursos como clawback (retomar tokens) e congelamento de saldos. O ponto central é quem controla essas funções: uma carteira única é um ponto único de falha, e um multisig exige várias assinaturas. O item Poderes do contrato só fica completo com as funções documentadas e controle por multisig.

E se houver um erro no código do contrato?

Um bug pode permitir emissão indevida, travar transferências ou expor fundos, mesmo com as reservas intactas. Auditorias de segurança por firmas especializadas reduzem esse risco, mas não o eliminam, e programas de bug bounty pagam quem encontra falhas. Moedas em várias redes também dependem de pontes, que têm contratos próprios. No índice, o item Auditoria do contrato só fica completo com auditoria publicada por firma nomeada e bug bounty.

Mudanças de regra podem afetar as stablecoins de real?

Sim. As regras ainda estão em construção: o PL 4.308/2024 pode passar a exigir lastro integral e reservas auditadas e públicas, e algumas emissoras ainda aguardam autorização do Banco Central. Normas recentes, como a Res. BCB 561, já mudaram o que se pode fazer com stablecoins em pagamentos internacionais. Uma mudança pode alterar quem pode emitir, como as reservas são guardadas e onde a moeda pode ser usada. O Radar do Lastro registra cada mudança com a fonte.

Fontes: camara.leg.br · lefosse.com · lastrobrl.com

Sobre o Lastro

O que é o Lastro?

Um índice público e independente de transparência das stablecoins de real. Ele lê o supply direto nos contratos de cada moeda, reúne reservas e atestações dos relatórios dos emissores e avalia, em dez itens, o que cada um publica. Entram as moedas com contrato público; ficam fora as sem contrato público, as versões com rendimento, as paradas ou extintas e as imitações, cada uma com o motivo no Método.

Fontes: lastrobrl.com · lastrobrl.com
Quem faz o Lastro?

@joaopkury, de forma independente: sem posição, investimento, consultoria ou remuneração de nenhum emissor. Os dados vêm de fontes públicas, citadas em cada ficha, para que qualquer pessoa possa conferir.

Fontes: x.com · lastrobrl.com
Como a nota é calculada?

São 10 itens, cada um com um peso, e os pesos somam 10 pontos. Atestação independente vale até 2 pontos; composição das reservas, até 1,5; auditoria do contrato, até 0,5. Completo vale o peso inteiro, parcial vale metade e não encontrado vale zero. A nota mede o que é publicado, não a qualidade do lastro.

Fontes: lastrobrl.com · lastrobrl.com
“Não encontrado” quer dizer que não existe?

Não. Quer dizer que o Lastro não achou a informação em fonte pública. Se o emissor publicar ou mandar a evidência, o item é revisto.

Fontes: lastrobrl.com · lastrobrl.com
Quanto existe em stablecoins de real?

O número muda a cada hora; o total atual está no Índice e no Mercado. O Lastro soma o supply lido nos contratos de cada moeda e mostra também o valor em circulação, que desconta saldos parados em carteiras dos próprios emissores, declaradas por eles ou identificadas pelo Lastro. Outras contagens públicas chegam a números diferentes porque cobrem menos moedas ou redes: em out/2026, a DefiLlama acompanhava 4 moedas de real, e a Teiten Research não cobria Solana nem XDC.

Com que frequência os dados mudam?

O supply e os preços se atualizam a cada hora. O histórico próprio do Lastro grava uma foto por dia desde 06/10/2026; antes disso, as séries vêm da DefiLlama e da Fact Finance. Relatórios e fichas dos emissores são revisados à mão: quando sai um relatório novo, a ficha muda.

Fontes: lastrobrl.com
Achei um erro. Como corrijo?

Mande a correção ou a evidência por mensagem direta para @joaopkury no X. Cada ficha cita as fontes usadas, então dá para conferir item por item. Emissores podem usar o mesmo canal para enviar documentos novos.

Fontes: x.com
O Lastro recomenda alguma moeda?

Não. O Lastro não é recomendação de investimento e não diz qual stablecoin é a mais segura, nem se vale comprar, vender ou manter alguma. Ele mede o que cada emissor publica: nota alta quer dizer mais informação para você avaliar, não menos risco. Para decidir, abra a ficha e veja reservas, custódia e o que falta.

Fontes: lastrobrl.com · lastrobrl.com

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